- Audi
- Visão geral
- A2 e-tron estabelece novo padrão de eficiência na Audi
A2 e-tron estabelece novo padrão de eficiência na Audi
O A2 e-tron é o Audi mais eficiente de sempre. De acordo com as medições realizadas segundo o ciclo WLTP, o consumo energético preliminar da futura proposta elétrica compacta, na versão de 140 kW equipada com o pacote opcional de eficiência*, é de 12,8 kWh/100 km. Este resultado é possível graças a uma tecnologia de propulsão avançada, a uma aerodinâmica sofisticada e a uma bateria otimizada para responder às exigências da utilização quotidiana.
Data: 04.08.2026 - Tempo de Leitura: 4 min
"O Audi A2 tem sido uma constante ao longo da minha carreira desde que entrei para o Grupo Volkswagen, na década de 1990. Já nessa altura, a revolucionária versão de três litros fazia da eficiência a sua imagem de marca", afirma Gernot Döllner, CEO da AUDI AG. "É precisamente esta visão que damos continuidade com o novo A2 e-tron: uma eficiência de referência, uma excelente aptidão para a utilização diária e uma resposta clara às expectativas dos clientes em relação à mobilidade elétrica moderna."
Principais dados do Audi A2 e-tron de 140 kW com o pacote de eficiência*
- Consumo energético de 12,8 kWh/100 km (preliminar), de acordo com as medições realizadas segundo o ciclo WLTP
- Coeficiente aerodinâmico (Cx) de 0,24 — o melhor da gama de modelos compactos da Audi, com soluções aerodinâmicas que permitem reduzir o consumo energético em até 0,9 kWh/100 km no ciclo WLTP
- Sistema de propulsão elétrico de elevada eficiência, com melhorias introduzidas na eletrónica de potência, no motor elétrico e na transmissão
- Bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) com capacidade de 61 kWh, que alcança uma eficiência de carregamento de 89,6% numa wallbox, graças a uma estratégia de arrefecimento otimizada
- Carregamento bidirecional: as funcionalidades Vehicle-to-Load (V2L)1 e Vehicle-to-Home (V2H)2 transformam o A2 e-tron num sistema de armazenamento de energia
"O Audi A2 tem sido uma constante ao longo da minha carreira desde que entrei para o Grupo Volkswagen, na década de 1990. Já nessa altura, a revolucionária versão de três litros fazia da eficiência a sua imagem de marca", afirma Gernot Döllner, CEO da AUDI AG. "É precisamente esta visão que damos continuidade com o novo A2 e-tron: uma eficiência de referência, uma excelente aptidão para a utilização diária e uma resposta clara às expectativas dos clientes em relação à mobilidade elétrica moderna."
Principais dados do Audi A2 e-tron de 140 kW com o pacote de eficiência*
- Consumo energético de 12,8 kWh/100 km (preliminar), de acordo com as medições realizadas segundo o ciclo WLTP
- Coeficiente aerodinâmico (Cx) de 0,24 — o melhor da gama de modelos compactos da Audi, com soluções aerodinâmicas que permitem reduzir o consumo energético em até 0,9 kWh/100 km no ciclo WLTP
- Sistema de propulsão elétrico de elevada eficiência, com melhorias introduzidas na eletrónica de potência, no motor elétrico e na transmissão
- Bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) com capacidade de 61 kWh, que alcança uma eficiência de carregamento de 89,6% numa wallbox, graças a uma estratégia de arrefecimento otimizada
- Carregamento bidirecional: as funcionalidades Vehicle-to-Load (V2L)1 e Vehicle-to-Home (V2H)2 transformam o A2 e-tron num sistema de armazenamento de energia
Soluções aerodinâmicas reduzem o consumo energético em até 0,9 kWh/100 km no ciclo WLTP
A velocidades a partir de cerca de 100 km/h, a resistência aerodinâmica é responsável por mais de 50% das necessidades energéticas totais de um veículo. Qualquer redução do coeficiente aerodinâmico traduz-se diretamente numa diminuição do consumo energético e num aumento da autonomia. Com um coeficiente aerodinâmico (Cx) de 0,24, o A2 e-tron de 140 kW equipado com o pacote de eficiência* apresenta o melhor valor entre os modelos compactos da Audi, tirando o máximo partido desta vantagem.
A carroçaria segue os princípios de um design aerodinâmico otimizado, com uma dianteira arredondada, uma linha de tejadilho fluida e uma traseira de contornos bem definidos. Esta configuração permite reduzir a resistência ao ar face a um modelo fastback convencional. Entre as soluções aerodinâmicas aplicadas à secção dianteira destacam-se as air curtains — canais que direcionam o fluxo de ar para reduzir as turbulências junto às rodas —, bem como os gap reducers e os gap breathers, elementos concebidos para otimizar o escoamento do ar em redor das cavas das rodas.
O Audi A2 e-tron está igualmente equipado com uma entrada de ar de refrigeração ativa, que permanece fechada durante a condução normal e a velocidades mais elevadas, reduzindo a resistência aerodinâmica e contribuindo para uma maior autonomia. Durante o carregamento, em acelerações mais exigentes ou em condições de temperaturas elevadas, esta entrada de ar abre automaticamente para assegurar o arrefecimento ideal da bateria e dos componentes eletrónicos.
No seu conjunto, estas soluções permitem reduzir o consumo energético do Audi A2 e-tron de 140 kW equipado com o pacote de eficiência* em até 0,9 kWh/100 km, quando comparado com um veículo idêntico sem estas otimizações. De acordo com as medições preliminares realizadas segundo o ciclo WLTP, o modelo regista um consumo energético de 12,8 kWh/100 km.
Sistema de propulsão otimizado é até 10% mais eficiente
O motor elétrico do A2 e-tron é um motor síncrono de ímanes permanentes, desenvolvido especificamente para maximizar a eficiência e o conforto de condução. O sistema de propulsão oferece um desempenho eficiente precisamente nas condições de utilização do dia a dia. Este resultado é possível graças a três evoluções fundamentais:
- Eletrónica de potência: os semicondutores de carboneto de silício (SiC) substituem a anterior tecnologia baseada em silício, reduzindo significativamente as perdas de comutação, sobretudo em condições de carga parcial. A frequência de comutação variável permite diminuir as perdas em até 20 watts, enquanto técnicas de modulação alternativas reduzem as perdas de comutação em até 33% face aos métodos convencionais.
- Motor elétrico: a utilização de laminados mais finos (0,2 mm em vez de 0,3 mm) reduz as chamadas perdas no ferro. Além disso, o enrolamento do estator passa de uma configuração em estrela para uma configuração em triângulo, permitindo que o motor opere em regimes de rotação mais eficientes.
- Transmissão: um novo óleo de baixa fricção reduz de forma significativa as perdas por atrito. Em velocidades mais elevadas, a relação de transmissão longa de 10,2:1 permite diminuir o regime de rotação do motor elétrico, contribuindo para uma redução do consumo energético.
Bateria de elevada eficiência com uma estratégia de funcionamento inteligência
Para a bateria do A2 e-tron de 140 kW, a Audi recorre a células de fosfato de ferro-lítio (LFP) integradas numa arquitetura cell-to-pack, em que as células são diretamente fixadas à estrutura da bateria. Esta solução aumenta a densidade de acondicionamento, permitindo elevar o conteúdo energético e a densidade energética do sistema de alta tensão, ocupando simultaneamente menos espaço.
A bateria LFP não requer a utilização de terras raras, apresenta um envelhecimento mais lento do que muitas tecnologias alternativas e distingue-se pelo seu elevado nível de segurança. Graças à sua durabilidade, pode ser carregada regularmente até 100% no dia a dia, permitindo manter uma elevada autonomia de forma consistente.
Graças à sua curva de tensão caracteristicamente plana, a bateria mantém uma tensão elevada mesmo à medida que o nível de carga (SoC) diminui, assegurando uma entrega de potência mais consistente. Este aspeto é determinante para a eficiência global. Afinal, a eficiência não se resume à redução do consumo de energia — implica também garantir que a bateria preserva o seu desempenho e a sua aptidão para utilização ao longo de uma vida útil prolongada. A tecnologia LFP oferece uma maior estabilidade face ao envelhecimento, o que a torna particularmente adequada à mobilidade elétrica no dia a dia.
No entanto, a química das células da bateria LFP é apenas um dos fatores. Os maiores ganhos de eficiência resultam da integração otimizada entre a bateria, a gestão térmica, a eletrónica de carregamento e o software. Por exemplo, uma estratégia de arrefecimento otimizada permite aumentar a eficiência de carregamento numa wallbox para 89,6%, reduzindo as perdas de energia e assegurando um desempenho de carregamento mais consistente no dia a dia.
No seu conjunto, o Audi A2 e-tron demonstra que a eficiência de um veículo elétrico não depende apenas do hardware, mas também, em grande medida, da estratégia de controlo. Um algoritmo especificamente desenvolvido para a bateria LFP monitoriza com elevada precisão o seu estado de carga (SoC) e o seu estado de saúde (SoH).
O A2 e-tron é igualmente compatível com o carregamento bidirecional: a função Vehicle-to-Load (V2L)1 permite alimentar dispositivos elétricos diretamente a partir da bateria do veículo, enquanto a funcionalidade Vehicle-to-Home (V2H)2 possibilita a utilização do automóvel como sistema de armazenamento de energia para a habitação. Para beneficiar destas funcionalidades é necessária uma wallbox3 recomendada pela Audi.
Questões frequentes
Que tipo de bateria utiliza o Audi A2 e-tron?
A versão de 140 kW do A2 e-tron utiliza uma bateria com células de fosfato de ferro-lítio (LFP), integradas numa arquitetura cell-to-pack.
O Audi A2 e-tron é compatível com o carregamento bidirecional?
Sim. O A2 e-tron é compatível com as funcionalidades Vehicle-to-Load (V2L) e Vehicle-to-Home (V2H). Numa fase inicial, a funcionalidade Vehicle-to-Home (V2H) estará disponível apenas na Alemanha, Áustria e Suíça.
Qual é o coeficiente aerodinâmico do Audi A2 e-tron?
O Audi A2 e-tron de 140 kW equipado com o pacote de eficiência* apresenta um coeficiente aerodinâmico (Cx) de 0,24. Soluções como as air curtains, os gap reducers e a entrada de ar de refrigeração ativa, entre outras, contribuem para reduzir a resistência ao ar e aumentar a autonomia.
Qual é a função do gap reducer no Audi A2 e-tron?
O gap reducer é um elemento aerodinâmico integrado nos revestimentos das cavas das rodas. A sua função é reduzir o espaço entre o pneu e a cava da roda, otimizando o escoamento do ar e diminuindo as turbulências. Como resultado, reduz a resistência aerodinâmica e contribui para uma maior eficiência.
Quando será apresentado o Audi A2 e-tron?
A Audi apresentará o novo A2 e-tron no outono de 2026, reforçando a sua gama com um modelo 100% elétrico de acesso ao segmento dos compactos.
Para mais informações sobre a aerodinâmica, a bateria e o sistema de propulsão do A2 e-tron, visite aqui.
Audi A2 e-tron 140 kW: Consumo de energia elétrica (combinado): 15,6–12,8 kWh/100 km (preliminar); Emissões de CO₂ (combinadas): 0 g/km.
Soluções aerodinâmicas reduzem o consumo energético em até 0,9 kWh/100 km no ciclo WLTP
A velocidades a partir de cerca de 100 km/h, a resistência aerodinâmica é responsável por mais de 50% das necessidades energéticas totais de um veículo. Qualquer redução do coeficiente aerodinâmico traduz-se diretamente numa diminuição do consumo energético e num aumento da autonomia. Com um coeficiente aerodinâmico (Cx) de 0,24, o A2 e-tron de 140 kW equipado com o pacote de eficiência* apresenta o melhor valor entre os modelos compactos da Audi, tirando o máximo partido desta vantagem.
A carroçaria segue os princípios de um design aerodinâmico otimizado, com uma dianteira arredondada, uma linha de tejadilho fluida e uma traseira de contornos bem definidos. Esta configuração permite reduzir a resistência ao ar face a um modelo fastback convencional. Entre as soluções aerodinâmicas aplicadas à secção dianteira destacam-se as air curtains — canais que direcionam o fluxo de ar para reduzir as turbulências junto às rodas —, bem como os gap reducers e os gap breathers, elementos concebidos para otimizar o escoamento do ar em redor das cavas das rodas.
O Audi A2 e-tron está igualmente equipado com uma entrada de ar de refrigeração ativa, que permanece fechada durante a condução normal e a velocidades mais elevadas, reduzindo a resistência aerodinâmica e contribuindo para uma maior autonomia. Durante o carregamento, em acelerações mais exigentes ou em condições de temperaturas elevadas, esta entrada de ar abre automaticamente para assegurar o arrefecimento ideal da bateria e dos componentes eletrónicos.
No seu conjunto, estas soluções permitem reduzir o consumo energético do Audi A2 e-tron de 140 kW equipado com o pacote de eficiência* em até 0,9 kWh/100 km, quando comparado com um veículo idêntico sem estas otimizações. De acordo com as medições preliminares realizadas segundo o ciclo WLTP, o modelo regista um consumo energético de 12,8 kWh/100 km.
Sistema de propulsão otimizado é até 10% mais eficiente
O motor elétrico do A2 e-tron é um motor síncrono de ímanes permanentes, desenvolvido especificamente para maximizar a eficiência e o conforto de condução. O sistema de propulsão oferece um desempenho eficiente precisamente nas condições de utilização do dia a dia. Este resultado é possível graças a três evoluções fundamentais:
- Eletrónica de potência: os semicondutores de carboneto de silício (SiC) substituem a anterior tecnologia baseada em silício, reduzindo significativamente as perdas de comutação, sobretudo em condições de carga parcial. A frequência de comutação variável permite diminuir as perdas em até 20 watts, enquanto técnicas de modulação alternativas reduzem as perdas de comutação em até 33% face aos métodos convencionais.
- Motor elétrico: a utilização de laminados mais finos (0,2 mm em vez de 0,3 mm) reduz as chamadas perdas no ferro. Além disso, o enrolamento do estator passa de uma configuração em estrela para uma configuração em triângulo, permitindo que o motor opere em regimes de rotação mais eficientes.
- Transmissão: um novo óleo de baixa fricção reduz de forma significativa as perdas por atrito. Em velocidades mais elevadas, a relação de transmissão longa de 10,2:1 permite diminuir o regime de rotação do motor elétrico, contribuindo para uma redução do consumo energético.
Bateria de elevada eficiência com uma estratégia de funcionamento inteligência
Para a bateria do A2 e-tron de 140 kW, a Audi recorre a células de fosfato de ferro-lítio (LFP) integradas numa arquitetura cell-to-pack, em que as células são diretamente fixadas à estrutura da bateria. Esta solução aumenta a densidade de acondicionamento, permitindo elevar o conteúdo energético e a densidade energética do sistema de alta tensão, ocupando simultaneamente menos espaço.
A bateria LFP não requer a utilização de terras raras, apresenta um envelhecimento mais lento do que muitas tecnologias alternativas e distingue-se pelo seu elevado nível de segurança. Graças à sua durabilidade, pode ser carregada regularmente até 100% no dia a dia, permitindo manter uma elevada autonomia de forma consistente.
Graças à sua curva de tensão caracteristicamente plana, a bateria mantém uma tensão elevada mesmo à medida que o nível de carga (SoC) diminui, assegurando uma entrega de potência mais consistente. Este aspeto é determinante para a eficiência global. Afinal, a eficiência não se resume à redução do consumo de energia — implica também garantir que a bateria preserva o seu desempenho e a sua aptidão para utilização ao longo de uma vida útil prolongada. A tecnologia LFP oferece uma maior estabilidade face ao envelhecimento, o que a torna particularmente adequada à mobilidade elétrica no dia a dia.
No entanto, a química das células da bateria LFP é apenas um dos fatores. Os maiores ganhos de eficiência resultam da integração otimizada entre a bateria, a gestão térmica, a eletrónica de carregamento e o software. Por exemplo, uma estratégia de arrefecimento otimizada permite aumentar a eficiência de carregamento numa wallbox para 89,6%, reduzindo as perdas de energia e assegurando um desempenho de carregamento mais consistente no dia a dia.
No seu conjunto, o Audi A2 e-tron demonstra que a eficiência de um veículo elétrico não depende apenas do hardware, mas também, em grande medida, da estratégia de controlo. Um algoritmo especificamente desenvolvido para a bateria LFP monitoriza com elevada precisão o seu estado de carga (SoC) e o seu estado de saúde (SoH).
O A2 e-tron é igualmente compatível com o carregamento bidirecional: a função Vehicle-to-Load (V2L)1 permite alimentar dispositivos elétricos diretamente a partir da bateria do veículo, enquanto a funcionalidade Vehicle-to-Home (V2H)2 possibilita a utilização do automóvel como sistema de armazenamento de energia para a habitação. Para beneficiar destas funcionalidades é necessária uma wallbox3 recomendada pela Audi.
Questões frequentes
Que tipo de bateria utiliza o Audi A2 e-tron?
A versão de 140 kW do A2 e-tron utiliza uma bateria com células de fosfato de ferro-lítio (LFP), integradas numa arquitetura cell-to-pack.
O Audi A2 e-tron é compatível com o carregamento bidirecional?
Sim. O A2 e-tron é compatível com as funcionalidades Vehicle-to-Load (V2L) e Vehicle-to-Home (V2H). Numa fase inicial, a funcionalidade Vehicle-to-Home (V2H) estará disponível apenas na Alemanha, Áustria e Suíça.
Qual é o coeficiente aerodinâmico do Audi A2 e-tron?
O Audi A2 e-tron de 140 kW equipado com o pacote de eficiência* apresenta um coeficiente aerodinâmico (Cx) de 0,24. Soluções como as air curtains, os gap reducers e a entrada de ar de refrigeração ativa, entre outras, contribuem para reduzir a resistência ao ar e aumentar a autonomia.
Qual é a função do gap reducer no Audi A2 e-tron?
O gap reducer é um elemento aerodinâmico integrado nos revestimentos das cavas das rodas. A sua função é reduzir o espaço entre o pneu e a cava da roda, otimizando o escoamento do ar e diminuindo as turbulências. Como resultado, reduz a resistência aerodinâmica e contribui para uma maior eficiência.
Quando será apresentado o Audi A2 e-tron?
A Audi apresentará o novo A2 e-tron no outono de 2026, reforçando a sua gama com um modelo 100% elétrico de acesso ao segmento dos compactos.
Para mais informações sobre a aerodinâmica, a bateria e o sistema de propulsão do A2 e-tron, visite aqui.
Audi A2 e-tron 140 kW: Consumo de energia elétrica (combinado): 15,6–12,8 kWh/100 km (preliminar); Emissões de CO₂ (combinadas): 0 g/km.
Tecnologia
Tecnologia
Futuro